A semana começou cansativa e por sorte já estou com um pé no final de semana. Segunda tirei livre pra poder fazer meu projeto de conclusão. Achei que eu não tinha rendido nada, mas na terça tive assessoramento com meu orientador e a coisa tá andando sim e andando bem! (Isso significa que ele gostou do que eu fiz até agora)
Terça estive numa palestra do arq. prof. Adolf Krischanitz (Viena). Ele faz muitos pavilhões de exposições, museus e prédios públicos. Foi difícil ficar até o fim. Ele começou com uma leitura inesperada de um livro, leu um resumo de cada capítulo. Foram pelo menos 15min (sensação de que foram 45min) de leitura sobre, entre outras coisas, a influência da luz e da sombra e sei lá o que mais na forma e consequentemente na arquitura… Uma leitura tri cabeça, impossível de acompanhar quando se é pego de surpresa. Bom, como eu disse, eu fiquei até o fim, ao contrário dos muitos que se foram. A segunda parte foi sobre a mostra de trabalhos, que até pareciam interessantes. Ponto negativo para a narrativa, que foi na maioria dos casos sobre números, menos sobre conceito.
Ontem não resisti ao convite do marido pra fazer uma quarta-feira de namoro no sofá. Perdi a palestra do arq. Hemm (Munique) – shame on you – , mas valeu a pena pela compania, a jantinha fastfood e o filme que tiramos. Com muuito tempo de atraso vi finalmente o filme “The Pursuit of Happyness „ com o Will Smith. Baaah, deu um nó na garganta como a muito tempo não dava. O filme é triste, dá uma agonia do início ao fim, porque tudo na vida do cara dá errado. Mas na minha opinião vale pela mensagem (mesmo que hollywoodiana) que diz pra gente acreditar nos sonhos e mais ainda, desejar „alto“, mas sem perder o chão.
